terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Santuário de Vida Silvestre Vagafogo

Localizada a 6 km de Pirenópolis é exemplo de busca pela sustentabilidade não só no Estado de Goiás, como em todo Brasil, em função de seu trabalho com educação ambiental, ecoturismo e ainda na transformação sustentável das riquezas do cerrado em produtos. São 45 hectares, dos quais 17 estão gravados como RPPN, destacando-se a mata galeria que margeia todo o rio Vagafogo, fruto de 20 anos de recuperação e conservação.
A fazenda possui um Centro de Visitantes, onde é servido um delicioso Brunch (café colonial) com 40 itens produzidos na própria fazenda, ou nas propriedades vizinhas, e ainda saborear deliciosas frutas cristalizadas, desidratadas ou experimentar os produtos provenientes do Barú. O Centro possui ainda diversificada biblioteca com temas como flora e fauna do cerrado, ecoturismo, fotografias de natureza e história da região. Mais informações via e-mail: vagafogo@vagafogo.com.br.

Está no www.drena.tur.br/index.php?id=vagafogo

Vaga Fogo

Trata-se da RPPN denominada oficialmente Fazenda Vaga Fogo, com 17 hectares, criada pela portaria 824/90 do Ibama, no município de Pirenópolis (GO), em nome de Evandro Engel Ayer Cerrado. Sua principal atração é o cerrado bem preservado, com árvores, flores e frutos típicos. Está a 6km da cidade, numa região com paisagem de rara beleza que abriga uma grande variedade de pássaros. Há placas indicando o acesso, pelo bairro do Carmo.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Vagafogo

A Fazenda Vagafogo mescla preservação da natureza, educação ambiental, aproveitamento e beneficiamento de produtos de frutos do cerrado e produtos de agricultura orgânica, gastronomia, lazer, esporte de aventura, paz e qualidade de vida. Conheça este impressionante local de uma grande riqueza biológica mantido carinhosamente por Evandro Engel Ayer, Catarina Schiffer e Uirá Ayer.

Localizada aos pés do Morro do Frota, a Fazenda Vagafogo mantém intacta uma área de mata ciliar primária, com espécies vegetais adultas centenárias de grande porte e uma biodiversidade de fauna e flora que ainda não foram totalmente catalogadas apesar da extensa lista de espécimes.

domingo, 9 de novembro de 2008

Após nova reforma, a Igreja do Carmo, em Pirenópolis, reabrirá as portas



Dez anos após anunciado, o Museu de Arte Sacra de Pirenópolis (GO) finalmente deve sair do papel. O acervo ficará guardado na Igreja de Nossa Senhora do Carmo. Erguida há quase 260 anos, ela passará por pequenas adaptações para receber imagens de santos, outros itens religiosos e peças do folclore goiano. As obras, coordenadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), devem ser concluídas em março e custarão R$ 100 mil aos cofres públicos.


O templo passou por restauração de R$ 120 mil, concluída há sete anos, justamente para virar museu de arte sacra. Mas nunca foi aberto à visitação, por falta de entendimento entre o Iphan e os representantes da Igreja Católica em Pirenópolis. Em um primeiro acordo, o custo da restauração ficaria a cargo do Iphan. Essa parte foi cumprida. Faltou a contrapartida. Após a reforma, os religiosos alegaram não ter dinheiro para a montagem e manutenção do museu.

Acesso proibido
Agora, ambas as partes firmaram novo acordo. “As novas autoridades católicas de Goiás aceitaram a proposta de transformarmos as três igrejas de Pirenópolis (veja quadro) em espaço de cultos religiosos e de contemplação dos turistas”, explica o arquiteto Sílvio Cavalcante, do Iphan. Até então, padres restringiam o acesso de visitantes aos templos, mesmo após restaurações realizadas pelo Iphan com dinheiro dos contribuintes.

Parte do acervo que ficará exposto no museu de arte sacra ornamentava a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, demolida em 1944 por ordem da Diocese de Goiás. A Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos foi construída a poucos metros da Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário, entre 1743 e 1757, por escravos da região.

Sem as jóias e o ouro que os portugueses empregaram na ornamentação das igrejas dos brancos, a de Nossa Senhora do Rosário de Pirenópolis recebeu trabalho primoroso de entalhes e pinturas em madeira características do barroco brasileiro. Mas acabou desfigurada por sucessivas reformas. Após a demolição do templo feito e freqüentado por escravos e descendentes, suas obras de arte foram levadas para outras igrejas ou vendidas.


Está no Correio Brasiliense de 08/11/2008 por Renato Alves http://www.correiobraziliense.com.br/html/sessao_13/2008/11/08/noticia_interna,id_sessao=13&id_noticia=47115/noticia_interna.shtml